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sábado, 15 de dezembro de 2012

Animal selvagem









Diabo da Tasmânia
Diabo da Tasmânia
Foto original (1024x768)
Wallpaper | Postal
Syncerus caffer nanusCoelho-bravoBúfalo-africano
Búfalos africanosInhalaPalanca-negra
OcapiBisonte-americanoUrsus arctos
CervoOkapiAnta amazónica
De acordo com as características destas páginas, a apresentação dos animais que vivem livremente na natureza, por isso chamados «selvagens ou silvestres», é feita numa perspectiva educacional, sem a abordagem técnica que se justifica noutro tipo de páginas.

Ao mesmo tempo, alertaremos para as espécies em vias de extinção de todo o mundo, destacando necessariamente as espécies em perigo nos países que falam a nossa língua, já que é em português que nos entendemos. 

A lista de animais aqui apresentados estará sempre a crescer, já que há espécies selvagens suficientes para se fazerem actualizações diárias durante os próximos anos.

No entanto, se gostava de ver aqui apresentada uma espécie em particular, diga-nos: não há razão para que não seja uma das próximas a acrescentar à lista.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

O peixe voador

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  Toda manhã, enquanto navegavam pelo Pacífico, os tripulantes da famosa jangada Kon-Tiki encontravam um porção de peixes-voadores na jangada. Atraídos pela luz noturna, os peixes acabavam batendo nas estruturas ou na vela e, com o choque, ficavam tontos. Resultado: eram servidos no café da manhã.
  Os peixes voadores vivem em cardumes em todos os mares quentes e temperados. Ao contrário de 2 espécies de peixes tropicais de água doce que parecem bater suas asas, o peixe-voador dos oceanos plana. O corpo afilado, parecido com o do arenque, tem grandes barbatanas peitorais. Estas ficam dobradas quando o peixe nada, e só a cauda é usada.
  Nadando a uma velocidade que alcança 29 km por hora, o peixe sai da água até botar a metade de seu corpo. Nesse momento abre as "asas" e golpeia a água rapidamente com a cauda. Em um segundo alcança a velocidade de decolagem, entre 48 e 88 km por hora. Inicia então um planeio que chega a durar dez segundos e se estende de 1 a 400 m. O único problema é que durante o vôo ele pode ser apanhado por uma ave marinha.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

O tigre branco


tigre branco que pode ser uma variante do Tigre de Bengala e do Tigre Siberiano é um dos felinos mais imponentes e misteriosos e também um dos mais admirados pelos homens, dado a sua raridade extrema. Na índia, seu país de origem o Trigre Branco faz parte de lensdas e ficou conhecido por muitas décadas como o Tigre Fantasma.
Dentre as suas principais características, o tigre pode alcançar aproximadamente três metros de comprimento e oscilar peso entre 180 e 285 quilos. Olhos azuis, nariz rosa e listras achocolatadas sobre a penugem branca são outras características físicas dos animais.
Diferentemente do que se acredita a cor branca não é consequência de fatores albinos, nem o elemento de diferenciação de uma subespécie. O tigre branco nasce de tigres comuns (Panthera Tigris) e tem esta coloração como resultado de um gene recessivo.
Graças à força dos seus músculos eláticos, qualidade conferida em grande parte dos felinos, o tigre pode atacar e matar um búfalo com uma patada e, aferrando-o com as presas, também consegue arrastar o corpo da presa por centenas de metros. Mas, os ataques são periódicos e por dois motivos: para alimentação ou defesa. Um tigre mata entre 40 e 50 presas durante um ano, o que equivale a uma a cada oito dias.



O habitat natural dos tigres é situado no Sudeste do Continente Asiático e, principalmente, na Índia Central e Sulista. Mas o ambiente natural de florestas e áreas gramíneas e pantanosas, com o avanço da morte para comercialização acabou tornando-se uma ameaça à sobrevivência da espécie. Hoje, grande parte da população está fora da vida silvestre e permanece em zoológicos e centros de proteção.
A foto acima ilustra 4 filhotes de tigre, dois deles brancos, em um zoológico de Nandan Kanan, na cidade indiana de Bhubaneswar. Recentemente, o governo local anunciou a construção de um novo espaço que abrigará 27 tigres também leões africanos que estavam em situação de risco. E é na Índia que a situação mais se agrava: A população de Tigres indianos diminuiu de 4.300 para 3500 nos últimos 11 anos. Estudos ainda apontam que a cada ano entre 200 e 300 tigres são mortos no país.

sábado, 8 de dezembro de 2012

Extinção



ANIMAIS EM EXTINÇÃO


Animais em Extinção
Você sabia que existem animais que estão praticamente desaparecendo do planeta?!?! Isso é, no mínimo, muito preocupante, pois qualquer espécie, animal ou vegetal, por mais simples que seja, tem muito valor para o meio ambiente e é insubstituível.
A partir de agora, vamos descobrir as causas, conhecer esses animais e também saber o que está sendo feito para mudar esse quadro...
Desrespeito ao meio ambiente é principal causa da extinção
Você já reparou quantas notícias temos visto, atualmente, sobre desmatamento das florestas e queimadas em diversas regiões? Pense em quantos animais morrem ou ficam “desabrigados” por essas ações inconsequentes do ser humano. Pois, então, fica fácil perceber que o principal motivo da extinção dos animais é a destruição de florestas, seja pelo desmatamento ou por queimadas.
Para se ter uma idéia da gravidade do desmatamento, só na Amazônia, atualmente, a área total afetada pelo desmatamento da floresta corresponde a mais de 350 mil Km2, a um ritmo de 20 hectares por minuto, 30 mil por dia e 8 milhões por ano.
A poluição também contribui para a extinção de animais, pois prejudicam diretamente o ciclo de vida de muitas espécies.
Outro fator que contribui para a extinção é a caça em busca de aproveitamento de partes desses animais, como, por exemplo, carne, gordura, peles, plumas, troféus e lembranças. A coleta de ovos para venda também é bastante comum, pois gera lucro para os caçadores.
O tráfico de animais também é um fator de muita preocupação: de acordo com Polícia Federal, a cada ano 12 milhões de animais, a maioria integrante da lista de espécies em extinção, são apanhados na fauna brasileira e 30% deles são enviados ao exterior. Esses animais são transportados em condições precárias, ficam doentes e chegam a morrer fora de seu habitat natural. (Veja uma matéria no site do IBAMA sobre o assunto: www.ibama.gov.br/fauna/trafico/procedimentos.htm)
Números da extinção
Até o final de 2008 cientistas identificaram cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas em processo de extinção. Desconfia-se que exista mais de 30 milhões ainda por identificar, a maior parte delas em regiões de florestas tropicais úmidas. Calcula-se que desaparecem 100 espécies a cada dia.
O que está sendo feito...
No Brasil, o órgão responsável por cuidar do meio ambiente e especificamente por reverter o quadro da extinção animal é o IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis. Este órgão fiscaliza, muitas vezes em conjunto com a Polícia Federal, tudo que é relativo ao meio ambiente. Assim, está sempre em alerta para as questões do desmatamento, repressão ao tráfico de animais e procriação de espécies em cativeiro para diminuir o risco de extinção. Neste caso, depois de crescidos, os animais são introduzidos em seu habitat natural.
Você também pode ajudar...
Cada um de nós pode ajudar a combater a extinção de animais, mesmo estando longe deles. Uma forma é denunciar qualquer tipo de agressão ao meio ambiente como desmatamento, queimadas, tráfico de animais etc. Com relação ao tráfico de animais, fica mais fácil de contribuir:
  • Não compre nenhum tipo de artesanato que tenha alguma parte retirada de animais, como penas, couro etc;
  • Não use roupas provenientes de pele de animais;
  • Observe que canários, maritacas e outras aves fazem parte das espécies de animais que sofrem com o tráfico de animais. Portanto, oriente amigos e parentes que tenham o hábito de manter esses animais presos em gaiolas;
  • Denuncie sempre que perceber ações de maus tratos e manutenção de animais em cativeiro.
Curiosidade
Um estudo de pesquisadores australianos mostrou quais os fatores que devem ser levados em consideração no momento de escolher uma espécie animal para salvar da extinção. São eles: o custo para salvar a espécie, o quanto ela é economicamente útil e geneticamente diversificada, além da sua capacidade de sobrevivência.
(fonte: http://www.totalnews.com.br/Ciencia-e-Saude/estudo-ensina-prioridades-para-salvar-animais-da-extincao)