terça-feira, 13 de agosto de 2013


A civilização aborígene australiana na verdade é oriunda da Polinésia de onde teria migrado para o continente australiano há quarenta mil anos. Pelas evidências arqueológicas sabe-se hoje que após as primeiras migrações sucederam-se outras há menos de trinta mil anos. Outras evidências fósseis demonstram que, junto aos polinésios que migraram um pouco mais tarde, vieram cães domésticos que serviam de companhia, guarda e até fonte de proteínas nos piores momentos.
Pois é, esses cães domesticados, aparentemente, ao chegarem ao continente australiano ficaram seduzidos pelas grandes extensões de terras selvagens desprovidas de predadores e supostamente repletas de presas fáceis. Então, fugindo do controle de seus parceiros humanos, tornaram-se selvagens, apesar do deserto inóspito que tiveram que encarar. Há que se notar que, por um capricho evolutivo, todos os mamíferos nativos da Austrália são marsupiais, ou seja, possuem um marsúpio (bolsa externa) onde o bebê se desenvolve depois de sair de dentro da mãe. E o dingoera o único mamífero placentário encontrado naquelas paragens quando os europeus colonizadores lá desembarcaram. Então o cão selvagem dingo se destacava na paisagem.
O dingo, ao contrário da maioria dos canídeos, não é animal de matilha, ele se comporta como um caçador solitário e só forma família por ocasião do acasalamento. Seus ancestrais devem ter chegado quando os cães ainda eram relativamente selvagens e mais perto de seus ancestrais asiáticos, lobos cinzentos, os Canis lupus. Desde então, vivendo em grande parte distante de pessoas e outros cães, juntamente com as exigências da austera ecologia australiana,  o dingo desenvolveu características e instintos que os distinguem de todos os outros caninos. O habitat natural do dingo pode variar de desertos, pradarias até beira de florestas, que no caso da Austrália são florestas de eucaliptos, pois lá existem mais de duzentas espécies dessa árvore. Normalmente esse bicho elegante e esquivo não pode viver muito longe da água, então costuma usar como abrigo tocas abandonadas ou troncos ocos nas margens dos rios e lagos.
Apesar de serem “estrangeiros” adaptados ao meio australiano, dingos desempenham um papel importante nos ecossistemas da Austrália, pois são predadores, na verdade os maiores predadores do continente, visto que a maioria dos marsupiais se contenta e comer folhas e frutos. Os dingos não são exatamente mansinhos,sua vida de livres caçadores os dotou de instintos apurados, força, agilidade e resistência de modo a serem sobreviventes num ambiente desértico como o Outback onde vivem em sua maioria. Por causa de sua suposta ferocidade e ataques a animais domésticos, esses cães selvagens são vistos como pragas pelos criadores de ovelhas que tendem a dizimá-los nas áreas de fazendas de ovinos. Os métodos de controle de suas populações normalmente são contrários aos esforços de conservação que os órgãos do governo tentam implantar. Tão burra é a caça a esses animais que os pecuaristas não percebem que podem se beneficiar da predação que os dingos exercem em coelhos, cangurus e ratos, bichos que disputam alimentos com os carneiros. Para minorar o possível ataque de dingos às criações de ovinos construiu-se, entre 1980 e 1985, uma cerca de 5600 quilômetros que isola o sudeste de Queensland onde se encontram os maiores rebanhos. Essa é maior cerca do Planeta que se tem notícia. 
Como disse acima, os dingos são selvagens e se viram para sobreviver, assim, é perfeitamente viável que, em algum momento um ou outro famélico cão desses tenha se aproveitado de algum ser humano indefeso para se alimentar. Agora, depois de 32 anos, está comprovado que um dingo abocanhou uma criança em uma barraca de acampamento e comeu-a. Resolução de um caso de 1980 que dividiu a nação, e levou a uma condenação por homicídio equivocada, um juiz australiano declarou que um dingo levou um bebê de um acampamento no Outback, assim como sua mãe disse que desde o início. Muitos australianos, inicialmente, não acreditaram que um dingo era forte o suficiente para agarrar o bebê Azaria com a boca e arrastá-lo. Nenhum ataque de dingo semelhante já havia sido documentado na época, mas nos últimos anos os cães selvagens foram responsabilizados por três ataques fatais a crianças. Ainda assim, algo infinitamente distante das centenas de ataques com ferimentos e mortes causados porpitbulls, por exemplo. sem contar que ataques de pitbulls são gratuitos por assim dizer, enquanto dingos atacam a presa para se alimentar. 
"A partir de agora a Austrália não será capaz de dizer que dingos não são perigosos e apenas atacam se provocados," a Sra. Chamberlain-Creighton, disse antes de deixar o tribunal para onde fora com seu ex-marido e seus três filhos sobreviventes para pegar o certificado de óbito de Azaria. "Vivemos em um país bonito, mas é perigoso e gostaríamos de pedir todos os australianos para tomar cuidado com isso e tomar as devidas precauções," disse a mãe de Azaria.
Contudo, esse é o único caso registrado em que se provou a morte de um ser humano por um dingo sem este ter sido provocado.  Na verdade quem está sendo ameaçado de extinção pelo homem é o dingo. Hoje estima-se que a maioria dos modernos "dingos” são descendentes dos mais recentemente introduzidos cães domésticos. Esses híbridos continuam sendo chamados de dingos e têm aumentado significativamente nas últimas décadas, e o dingo original passou a ser classificado como em perigo de extinção.
Já fiz referências em outros textos sobre cães ao mais diversos, mas especialmente sobre o nobre vira latas, nosso tão conhecido cachorro de rua, animal que pelas características é o grande representante da espécie dos canídeos. Pois agora quero deixar aqui registrado: o magnífico dingo é um vira latas com upgrade, um vira latas dois ponto zero, com todas as melhores características do cão de rua, somadas a sua longevidade como raça, sua resistência em sobreviver em ambiente hostil e sua enorme adaptabilidade. Se houver chance de voltar em uma encarnação posterior, gostaria de voltar como um dingo, e entendo que com isso eu estaria sendo bonificado com uma bênção que nenhum ser humano merece. JAIR, Floripa, 
                                                                                                                                                                                                                                                  A foto de um coala em meio ao que sobrou de uma floresta devastada na Austrália tem gerado comoção na internet. A imagem, feita pela Australian Wildlife Rescue Organisation (Wires), ONG australiana que atua no resgate de animais selvagens em situação de risco.
Desolado, o coala aparece sozinho em meio a restos de árvores cortadas por uma madeireira, segundo a Wires. A foto foi feita por um voluntário durante uma ação de resgate realizada pela ONG juntamente da NSW National Parks and Wildlife Service, entidade governamental da Austrália similar ao Ibama, no Brasil. 
O registro foi feito em Nova Gales do Sul. A floresta destruída era o habitat natural de vários coalas. 
post da Wires no Facebook com a imagem do coala já obteve mais 2 mil compartilhamentos.
[Zool.]- Coala é um animal mamífero, marsupial, da família
dos Phascolartídeos, de pele cinza ou branca, que só é en-
contrado na Austrália. Vive perto de 14 anos;de hábitos ar-
borícolas, vive em eucaliptos, de onde tiram seu sustento.
A bolsa marsupial das fêmeas se situa nas costas. Tem
a cabeça grande, focinho curto e os olhos bem separados;
o nariz é grosso e achatado. Tanto os membros anteriores
como os posteriores, possuem 5 dedos. O coala não cons-
trói nenhum tipo de abrigo e dorme exposto ao sol ou à chu-
va. Tem poucos predadores naturais, sendo o principal o
¨dingo¨, um cachorro selvagem ( VIDE DINGO)
O nome científico do coala é: Phascolarctos Cinereus.
“O ALCE tem uma aparência singularmente bizarra e desajeitada. Por que ele tem os ombros tão altos? Por que a cara é tão comprida?” Muitos concordam com essa descrição feita pelo escritor Henry David Thoreau, do século 19. Por causa de sua aparência engraçada e por ser raramente visto em seu ambiente selvagem, esse animal solitário ganhou a fama de ser desengonçado e pouco inteligente. Mas isso é verdade? Pesquisadores da América do Norte e da Eurásia descobriram muito sobre esse animal incomum.
Ninguém pode negar que o alce é um gigante. É verdade que suas pernas longas lhe dão um ar desengonçado, mas elas podem ser usadas para afugentar um bando inteiro de lobos. Os alces aprendem a nadar poucos dias após o nascimento e já foram vistos nadando distâncias quilométricas ou mergulhando cerca de seis metros de profundidade para apanhar plantas aquáticas!
O alce consegue mover seus olhos e detectar movimentos atrás de si sem precisar virar a cabeça. Seu nariz também é muito útil. Pesquisadores acreditam que esse animal, por ter as narinas bem afastadas uma da outra, consegue farejar a localização de um objeto em escala tridimensional. A audição do alce também é aguçada. Com suas orelhas que podem girar em todas as direções, ele consegue captar sons de outro alce a uma distância de até três quilômetros!
 Os filhotes de alce, que já foram descritos por um escritor como “incrivelmente fofos”, geralmente são curiosos. Eles podem contar com a proteção carinhosa e fiel de suas mães. Elas atacam qualquer ameaça a seus filhotes, incluindo lobos, ursos e até humanos. Mas, quando o filhote tem cerca de 1 ano e sua mãe está prenhe de novo, ela o afasta com violência para que ele comece a cuidar de si próprio.

SOBREVIVÊNCIA NO NORTE

Visto que os alces se alimentam só de plantas, como eles conseguem sobreviver aos invernos frios? Um fator é que eles comem bastante quando o tempo está mais quente. Chegam a comer mais de 20 quilos de forragem por dia, quer essas plantas tenham 3 metros de altura, quer sejam aquáticas. Eles aproveitam bem esse alimento por digeri-lo em seu estômago de quatro câmaras, extraindo os nutrientes necessários e produzindo gordura. Mas os alces enfrentam outros perigos no inverno.
O frio rigoroso e a camada alta de neve testam a resistência do alce. Ele prefere ficar mais sossegado no inverno, fazendo o mínimo de movimentos para não perder o calor armazenado sob sua eficiente pelagem. Fugir de lobos na neve é um desafio e tanto, mas o pior perigo muitas vezes vem de motoristas e caçadores.
Os alces gostam muito do sal que é jogado em muitas estradas no norte para derreter a neve. Mas, visto que os alces têm a pelagem escura e costumam atravessar estradas após o pôr do sol, é difícil os motoristas vê-los a tempo de evitar uma colisão. Pessoas e alces já morreram por causa disso.

SELVAGEM, MAS BRINCALHÃO

Já se ouviu falar de alces brincando de atacar ondas do mar e relaxando em fontes termais. Na época de acasalamento, observa-se um comportamento muito carinhoso entre machos e fêmeas. A lealdade da mãe ao filhote é algo tocante. Filhotes que foram criados por pessoas até mesmo criaram laços maternais com seus donos. O Dr. Valerius Geist diz: “Esse animal estranho com cara engraçada pode ser esperto, carinhoso e extremamente leal.”
Os filhotes de alce geralmente são curiosos
Mas tome cuidado: o alce é um animal selvagem muito forte. Se você se deparar com um alce em seu ambiente selvagem, seja cauteloso e mantenha uma boa distância dele. Isso é muito importante quando filhotes estão por perto. Mas não tenha dúvida de que, mesmo de uma distância segura, você ficará impressionado só de ver esse gigante da floresta.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Nome comum: Fradinho ou papagaio-do-mar
Nome em inglês: Atlantic Puffin
Nome científico: Fratercula arctica
Filo: Chordata 
Classe: Aves
Ordem: Charadriiformes
Família: Alcidae
Comprimento: 30 cm
Movimento das asas: rápido produzindo um zumbido. Vem à terra só para acasalar
Alimentação: crustáceos, peixes pequenos, vermes e moluscos.
O nome científico, em latim, desta ave é fratercula, que quer dizer fradinho. Gingando sobre os pés cor-de-laranja e com dedos azuis, exibindo a plumagem preta e branca, parece mesmo um jovem frade a passeio.
Mas o bico grande e triangular, com faixas em azul, amarelo e vermelho, lembra o nariz postiço de um palhaço. Por causa desse bico, o fradinho é conhecido como papagaio-do-mar.
As placas ósseas de cores vivas que ele tem no bico caem depois da estação de acasalamento. O bico, que ele usa muito durante os rituais de acasalamento e em combate, passa depois a ser empregado apenas para apanhar peixes. O ninho do papagaio-do-mar é uma toca com um cômodo na extremidade.
O filhote nasce no fundo do buraco. Quando ele está com seis semanas de idade, os pais voltam para o mar, onde passam o inverno. Quando o filhote está suficientemente faminto, sai da toca, se arranja na água como pode e vai pescar para comer.
Existem três espécies de papagaio-do-mar: o papagaio-do-mar comum (foto acima)do Atlântico Norte; o papagaio-do-mar de chifres da região do pacífico perto do estreito de Bering, e o papagaio-do-marde-topete do Pacífico Norte.
Fonte: www.felipex.com.br
Fradinho
Nome Vulgar: Fradinho
Nome Científico: Fratercula artica
Família: Alcídeos
Região: Hemisfério Norte perto da Islândia.

Fratela artica

Fradinho (Fratela artica)
Se você ja viu um pato andar em passo ligeiro, pode ter uma idéia de como anda o fradinho ou papagaio do mar. Há uma boa razão para essa semelhança: ambos são palmípedes ( aves que tem dedos unidos por membranas). Esse formato do pé resulta de um processo de adaptação do animal ao meio ambiente onde vive. Isso lhe possibilita nadar, e o fradinho passa a maior parte do tempo na água do mar, pois se alimenta de peixes e crustáceos. Vai a terra na época de postura de ovos, o que faz em rochedos íngremes na beira domar. Eles tem como predadores outras aves, como gaivotas e estercorários. Como todas as aves que vivem regiões frias do norte, migram todo ano para fugir do inverno.
Fradinho (Fratela artica)
Aos 2 meses de idade os pais abandonam os filhotes e dois dias depois eles criam coragem e se arriscam a voar e nadar sozinhos. Após o término da época de reprodução, os fradinhos voltam para alto mar. Mas quando a época voltar, eles voltarão para os mesmos ninhos da temporada passada.
Fonte: www.geocities.com
Fradinho

Fratercula arctica

Frade, papagaio ou palhaço?

O nome científico, em latim, desta ave é fratercula, que quer dizer fradinho. Gingando sobre os pés cor-de-laranja e com dedos azuis, exibindo a plumagem preta e branca, parece mesmo um jovem frade a passeio. Mas o bico grande e triangular, com faixas em azul, amarelo e vermelho, lembra o nariz postiço de um palhaço. Por causa desse bico, o fradinho é conhecido como papagaio do mar. As placas ósseas de cores vivas que ele tem no bico caem depois da estação de acasalamento. O bico, que ele usa muito durante os rituais de acasalamento e em combates, passa depois a ser empregado apenas para apanhar peixes.
O ninho do papagaio do mar é uma toca com um cômodo na extremidade. O filhote nasce no fundo do buraco. Quando ele está com seis semanas de idade, os pais voltam para o mar, onde passam o inverno.
Quando o filhote está suficientemente faminto, sai da toca, se arranja na água como pode e vai pescar para comer.
Existem três espécies de papagaio do mar: o papagaio do mar comum do Atlântico Norte; o papagaio do mar de chifres da região do Pacífico perto do estreito de Bering, e o papagaio do mar de topete do Pacífico Norte.
FILO: Chordata 
CLASSE: Aves 
ORDEM: Charadriiformes 
FAMÍLIA: Alcidae

CARACTERÍSTICAS

Comprimento: 30 cm
Movimento das asas rápido, produzindo um zumbido
Vem à terra só para acasalar
Alimentação: crustáceos, peixes
pequenos, vermes e moluscos
Fonte: www.achetudoeregiao.com.br
Fradinho

Você Sabia?

Na Europa, muita gente acha que o corpo dessa ave lembra a roupa de religiosos católicos. Por isso, ele também é chamado de fradinho por lá.
Fonte: www.klickeducacao.com.br
Fradinho
Apesar de não ser parecido com os verdadeiros papagaios, o papagaio-do-mar tem um bico grande e triangular muito semelhante com o deles.
Além disso, tanto as suas patas como o bico são de um laranja muito forte com algumas «manchas» em azul.
Estas cores fortes contrastam muito com o corpo, que exibe uma plumagem preta e branca. Até podia parecer um pinguim, se não fossem tão diferentes... :)
A dieta preferida desta ave são pequenos peixes, adequados ao seu tamanho, crustáceos e moluscos.
Para pescar os alimentos o papagaio-do-mar atira-se de cabeça do alto dos rochedos. Depois de atingida a velocidade certa, sobrevoa a superfície do mar e mergulha assim que vê um cardume de peixe.
Em cada mergulho que faz é capaz de capturar entre seis a oito peixinhos ao mesmo tempo!
O bico, para além de ser usado para pescar estes alimentos, serve para os rituais de acasalamento e em combate.
Aquele que tiver o bico mais bonito e forte é o que atrai mais fêmeas...
No entanto, depois de escolhido o par, o papagaio-do-mar fica com ele até ao fim da vida!
Sabias que as placas ósseas de cores vivas que o papagaio-do-mar tem no bico caem depois da estação de acasalamento?
O ninho do papagaio-do-mar é feito nas falésias junto ao mar e não é nada igual ao que imaginamos...
Trata-se de uma comprida toca com um espaço maior no fundo, onde é feita uma confortável «cama» de penas e pequenos ramos e folhas.
É no fundo desse buraco que nascem o único filhote do casal!
E é completamente diferente dos seus pais: é totalmente cinzento, incluindo nas patas e no bico.
Quer queira quer não, o papagaio-do-mar é muito independente. Com apenas seis semanas o filhote é abandonado pelos pais que vão passar o Inverno no mar.

E o que é que acontece ao pobre filhote?

Fradinho (Papagio-do-Mar)
Nada de especial: ao fim de cerca de uma semana fica com tanta fome que sai da toca e aprende a nadar, voar e pescar sozinho para sobreviver!
Sabias que o papagaio-do-mar vive quase toda a sua vida no mar e só vem a terra na época do acasalamento?
E pelos vistos não gosta muito de lá estar, uma vez que assim que pode abandona os filhotes e volta para o mar!
Existem três espécies de papagaio-do-mar:
1. O papagaio-do-mar comum do Atlântico Norte (que descrevemos neste texto)
2. papagaio-do-mar de chifres da região do pacífico perto do estreito de Bering
3. Papagaio-do-mar de poupa do Pacífico Norte.
Fonte: www.junior.te.pt
Fradinho
1. Papagaio-do-mar comum do Atlântico Norte (que descrevemos neste texto).
2. Papagaio-do-mar de Chifres da região do pacífico perto do estreito de Bering.
3. Papagaio-do-mar de Poupa do Pacífico Norte.
Fonte: iguinho.ig.com.br
Fradinho

Descrição

Tem 28 a 30 cm de comprimento e pesa 400 g. Vive de 20 a 25 anos.
Os papagaios-do-mar têm forma compacta e hidrodinâmica. Os seus pés têm os dedos unidos por uma membrana que está adaptada para nadar debaixo d'água. As suas penas são à prova d'água. O peito branco com dorso e asas negras ajudam na camuflagem contra os predadores de cima, de baixo e quando nada. As asas curtas e os fortes músculos das asas ajudam-no a nadar fortemente, usando as asas como barbatanas. As asas medem 47 a 63 cm de comprimento.
A parte superior do bico e da língua são orlados com espinhos apontados para trás, permitindo agarrar o peixe escorregadio. O bico possui uma dobradiça que permite que o peixe fique na parte superior do bico, enquanto ele apanha mais com a parte inferior do bico. Vivem em sua maioria, no Atlântico Norte, cobrem áreas que vão da Costa Nordeste dos EUA e da Islândia, até a Groenlândia e Rússia, e até mesmo abaixo da Inglaterra e da França.

Comportamento

Geralmente vistos sozinhos ou em pares, os papagaios-do-mar são excelentes nadadores. São, no entanto , maus voadores: quando levantam vôo, voam baixo sobre a água, batendo as asas até 400 batimentos por minuto.
As suas pernas estão colocadas na parte posterior do corpo, por isso, as aterrisagens nem sempre são as mais suaves quando há ventos fortes. Sendo altamente sociáveis, os papagaios-do-mar juntam-se em grupos imensos no alto mar para encontrar um parceiro. Em terra, surgem disputas entre as aves que defendem os seus locais de nidificação na colônia. Tais lutas são às vezes rodeadas por uma multidão de espectadores curiosos. Os papagaios-do-mar tentam deter os predadores voando em grandes grupos no mar.

Reprodução

Durante a época de acasalamento(entre março e maio) o bico do papagaio-do-mar é vermelho, amarelo e azul, esbatendo no final do verão. Durante a corte, estas aves produzem sons de arrulho e batem com o bico um no outro. Escavam uma toca onde a fêmea põe um ovo, que ambos os progenitores incubam por vez, aninhando-o debaixo da sua asa. Quando a cria choca, é alimentada durante 40 dias pelos progenitore. Permanecem na toca por dez dias antes de se dirigir ao mar. Os papagaios-do-mar regressam às colõnias onde nasceram.

Alimentação

Os papagaios-do-mar mergulham até 60 m para encontrar peixes como enguias e merlúcios, que são as suas principais presas. Quando se alimentam, eles balançam-se na superfície e depois mergulham debaixo d'água, engolindo as suas presas.
As gaivotas-argênteas muitas vezes esperam pelo regresso dos papagaios-do-mar das suas pescarias, para roubarem a sua comida. Os papagaios-do-mar tentam evitá-las seguindo de imediato para a toca, a fim de fazer a entrega às suas crias.

Suas Ameaças

No passado, essas aves, foram muito caçadas. Hoje em dia, sofrem com a poluição e com as redes de pesca, em que podem ficar presos. Além disso, com a pesca predatória nas águas, onde este tipo de ave, costuma se alimentar, falta alimento e com o aumento do nível do mar, por causa do aquecimento global, algumas colônias, são inundadas pela àgua.

Espécies

Fratercula arctica - Oceano Atlântico 
Fratercula corniculata - Oceano Pacífico 
Fratercula cirrhata - Oceano Pacífico
Fonte: pt.wikipedia.org

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Geneta ou gineta – Gineto, este belo animal selvagem é um carnívoro por natureza e de médio porte, semelhante aos gatos-domésticos, tem um focinho curto e umas poderosas mandíbulas, um caçador nocturno por excelencia.Caros leitores é possível encontrar as Genetas na maioria dos habitats mediterrâneos, é mais fácil encontrá-las em zonas com alguma altitude.As Genetas/Ginetos preferem as zonas com bastante vegetação, tais como bosques fechados e zonas rochosas, próximas de rios, ribeiras, ai estão mais protegidas.Gineto - Geneta ou ginetaA Geneta é omnívora, alimenta-se principalmente de roedores (ratos-do-campo), mas pode também consumir na sua dieta, répteis, frutos e insectos.A alimentação das genetas varia com a área geográfica e a altura do ano em que se encontram.As Genetas tornam-se independentes ao completar doze meses de idade e com dois anos atinge a maturidade sexual. A sua reprodução ocorre uma vez por ano (em meados de Fevereiro/Março ou Julho/Agosto.
Classificação científica da Geneta:
Classe: Mammalia (mamíferos)
Ordem: Carnivora (carnívoros)
Família: Viverridae (viverrídeos)
Género: Genetta
Espécie: Genetta Genetta
Nome comum: Geneta
Pequeno video de uma Geneta no seu habitat preferido:

domingo, 4 de agosto de 2013

Esquilo-voador – Mais pára-quedista que aviador!

Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem:
 Rodentia
Família: Sciuridae

Características Gerais
Comprimento: 25 cm. incluindo a cauda
Patas dianteiras: 4 dedos
Patas traseiras: 5 dedos com garras curvas e afiadas, cobertas de pêlo
Existem cerca de 40 espécies


Os esquilos-voadores, na verdade, não voam, até porque não têm asas, mas são peritos em planarPois é isso mesmo que fazem, para se deslocarem do topo de uma árvore ao de outra. Pulam da copa das árvores, esticando as pernas e, desse modo, abrindo as membranas que têm junto de cada lado do corpo, que se chamam patágios, fazendo lembrar uma capa resistente que sabe aproveitar as correntes de ar para se deslocar no ar sem cair nas malhas da gravidade. O patágio funciona como pára-quedas. O esquilo-voador não cai no chão de qualquer jeito. Ele usa a cauda como leme. Por isso, controla perfeitamente a direcção do seu vôo até ao ponto escolhido para a aterragem. A cauda também fica esticada e é usada como travão na hora da aterragem. 


A trajectória do esquilo-voador é para baixo, depois na horizontal e finalmente para cima. Têm sido registados vôos planados de mais de 45m. Um ponto de partida alto torna possível um vôo longo. 
 
Mas os esquilos voadores muito raramente descem ao solo, pois a sua membrana não lhes permite uma boa locomoção, deixando-os bastante vulneráveis a predadores.
Estes são animais nocturnos, tendo para tal olhos grandes e bem desenvolvidos 
Alimentam-se de bagas, ovos de aves, cogumelos, insectos, nozes e também de aves jovens. 

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Morsa



Por Thais Pacievitch
morsa (Odobenus rosmanus) é um animal mamífero  marinho, carnívoro da família Odobenidae. Pode medir até 4 metros de comprimento e pesar até 1,6 toneladas. Possuem a pele áspera e enrugada, sendo que as rugas aumentam e a pele fica mais espessa com o decorrer da idade. Apresentam um bigode na região do focinho. Seus hábitos são diurnos.
Esses animais têm duas presas de marfim que usam para caçar e que as ajuda em sua locomoção nos blocos de gelo. As morsas cravam suas presas no gelo e puxam o corpo para frente. Nos machos, essas presas podem chegar a medir um metro. Apesar de precisarem subir a superfície para respirar, as morsas têm uma grande capacidade de mergulho, de até cem metros de profundidade. Isso é possível graças a uma série de adaptações que seu organismo sofre no momento do mergulho, como a redução do metabolismo, a concentração da circulação sangüínea aumenta nas regiões do coração e cérebro e a diminuição dos batimentos cardíacos.
Na água, usam nadadeiras  que ficam na cauda e também nadadeiras que ficam onde, segundo pesquisadores, ficavam às mãos das morsas em períodos geológicos anteriores. Estes dois pares de nadadeiras têm função vital para o nado e para que vivam na água. Apesar de terem grande dificuldade de locomoção em terra, são excelentes nadadoras.
As morsas habitam as águas do Ártico, onde também se reproduzem. Elas vão para a terra poucas vezes, somente com o objetivo de acasalamento.
Os machos atingem a maturidade sexual aos 15 anos e a fêmea aos 8 anos de idade. Quando vão para a terra, na época do acasalamento, os machos mais fortes e mais velhos ficam com um grupo de fêmeas para si. A gestação dura 15 meses. Raramente é gerado mais de um filhote, sendo que este pesa 50 kg ao nascer. O filhote vai direto para o mar, assim que nasce. A fêmea amamenta e cuida do filhote por aproximadamente um ano e meio.
As morsas se alimentam principalmente de estrelas do mar, moluscos, ouriços, caracóis, crustáceos, entre outros. Grande parte de seu alimento
é encontrado no fundo do mar, onde suas presas a ajudam a se alimentar e a se defender de inimigos.
Embora tenha havido uma grande devastação da espécie em busca de sua gordura, couro e principalmente do marfim das suas presas, a matança das morsas diminuiu, graças aos programas de proteção da espécie. A morsa pode viver até 40 anos.