quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

A baleia-azul é o maior animal do mundo: tem o tamanho de 3 ônibus!

E a baleia ainda come 8 mil quilos de comida por dia! Conheça também outros carnívoros recordistas

Texto: Mirela Santiago | Fotos: Shutterstock e Divulgação
Até 8 mil quilos de comida por dia! Foi com esse apetite que a baleia-azul conquistou o título de maior animal carnívoro e maior bicho do planeta! Azar dos krills, espécie de crustáceos que são a principal refeição da gigante. Tanta fome tem motivo: a baleia-azul pesa o mesmo que 25 elefantes juntos e é do tamanho de quase três ônibus enfileirados.
baleia-azul
Alerta de perigo
Durante muitos anos, a baleia-azul foi perseguida por caçadores e esteve perto da extinção. Hoje, esses animais são protegidos e a caça é proibida.
Ô coitado!
Para comer o krill (que é pequeno e lembra um camarão), a baleia-azul engole um monte de água. O líquido é filtrado por uma estrutura chamada barbatana, que fica no lugar dos dentes da baleia. Depois, ela puxa os bichinhos com a língua.
krill
Tape os ouvidos
A baleia-azul também é famosa por ser muito barulhenta! Os ruídos que ela produz para se comunicar são ouvidos a até 160 quilômetros (mais ou menos a distância entre as cidades deSão Paulo e Limeira).

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

FÓSSIL VIVO – CARANGUEJO-FERRADURA
Agosto 29, 2008, 2:55 pm
Filed under: Descobertas recentesEvolução/Big-Bang
Os evolucionistas interpretam as rochas sedimentares como o resultado de milhões de anos de Evolução, em vez de as considerarem um registo do Dilúvio de Noé há apenas uns milhares de anos. Eles ficam surpresos sempre que fósseis de organismos como aqueles que estão hoje connosco (conhecidos como “fósseis vivos”) são encontrados em camadas sedimentares ainda mais antigas do que se conhecia.
Recentemente, foram descobertos dois fósseis de um caranguejo-ferraduraem rochas que os evolucionistas acreditam ter 445 milhões de anos. Estes fósseis estavam tão bem preservados (consistente com a rápida fossilização que exige o Dilúvio bíblico) que até “havia evidência dos seus complexos olhos”. Esta descoberta puxa o aparecimento do caranguejo-ferradura apenas 100 milhões de anos para trás.
Eis o que disse o investigador David Rudkin do Royal Ontario Museum, no Canadá: “Não esperávamos necessariamente que os caranguejos-ferradura se parecessemcom os modernos, mas é exactamente o que acontece”. O investigador elogiou o design destes animais, no entanto, atribuiu-o a eles próprios: “Este plano corporal que eles inventaram permaneceu com eles quase meio bilião de anos. É um bom plano”.
É um bom plano… mas para não haver cá misturas com Criadores, Designers Inteligentes ou coisas do género…é um plano que eles próprios inventaram…excelente! E cada vez há menos tempo para eles o desenvolverem por si mesmos…excelente!

sábado, 15 de fevereiro de 2014

O QUE SÃO OS DINOSSAUROS?

Dinossauro vem do grego deinos-saurios, que significa “lagarto atemorizante”.
Há muitos e muitos anos, viveu um extraordinário grupo de animais chamado dinossauros. Eles sobreviveram por aproximadamente 150 milhões de anos e desapareceram da Terra da forma mais misteriosa já vista. Muitos deles eram gigantes e alguns deles não eram maiores que uma galinha. Alguns eram mansos e comiam somente plantas; outros tinham dentes afiados e comiam carne. Alguns Dinossauros eram répteis assim como os lagartos. Eles tinham a pele escamosa e botavam ovos. Mas ao contrário do lagarto, que era pequeno, com pernas curtas, os dinossauros tinham longos pescoços em cima de seus corpos, o que significava que eles podiam se movimentar muito mais facilmente.
Muitos outros répteis viveram na era dos dinossauros, nadando no mar e voando no céu, mas os dinossauros viveram apenas em terra. Hoje, nós sabemos sobre eles porque seus ossos e dentes foram preservados em rochas como fósseis.
A era mesozóica foi a era dos dinossauros. Ela é dividida em três períodos:
Triássico
(de 250 a 208 milhões de anos atrás)
Jurássico
(de 208 a 144 milhões de anos atrás)
Cretáceo
(de 144 a 66 milhões de anos atrás)
DINOSSAUROS POPULARES E OS PERÍODOS EM QUE VIVERAM NA 

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Origem dos camelos mostra erro da Bíblia

RIO - A Bíblia é repleta de camelos que, na verdade, não existiram. Ao contrário do que dizem as Escrituras, os patriarcas judeus, como Abraão, Jacó e José, que viveram no segundo milênio a.C., não conheceram os animais.
Segundo um estudo realizado por arqueólogos da Universidade de Tel Aviv, os primeiros camelos domesticados são do fim do século X a.C. - séculos depois de Abraão e décadas depois do reino de Davi.
O erro histórico é uma evidência de que a Bíblia foi escrita ou editada muito tempo após os eventos narrados, e suas histórias nem sempre são confiáveis. O livro de Gênesis, por exemplo, diz que um servo de Abraão viajou a camelo para encontrar uma mulher para Isaac.
O estudo sobre a origem dos camelos é assinado pelos pesquisadores Erez Ben-Yosef e Lidar Sapir-Hen, que usaram datação por radiocarbono para apontar quando surgiram os camelos domesticados. Os ossos dos animais foram encontrados em um antigo campo de fundição de cobre no Vale de Aravah, em Israel, e em Wadi Finan, na Jordânia.
Alguns ossos encontrados em sedimentos mais profundos, segundo os cientistas, seriam de camelos selvagens caçados para a alimentação. Foi possível diferenciá-los dos domesticados porque estes tinham sinais nos ossos das patas que seriam sinais de que carregavam cargas pesadas.
Para os pesquisadores, a origem dos camelos domesticados foi a Vale de Aravah. Os egipcios exploraram o cobre na região e provavelmente usaram com os animais no trabalho. Antes, os responsáveis pelo transporte de grandes materiais eram mulas e burros.

sábado, 8 de fevereiro de 2014


O diabo-da-tasmânia (Sarcophilus harrisii) vem sendo atacado por um câncer altamente contagioso que tem encurralado a espécie, levando-a cada vez mais perto da extinção. Nos últimos 15 anos, o tumor facial do diabo-da-tasmânia se espalhou por toda a ilha da Tasmânia, na Austrália, matando a maioria dos animais contagiados.

Em uma ação para ajudar a salvar o maior marsupial carnívoro existente, os conservacionistas recolheram espécimes para preservar em cativeiro até a doença deixar de existir. Mas esse último recurso pode acabar restringindo o patrimônio genético de uma espécie que já tem diversidade genética limitada. 

Para orientar melhor essas ações protecionistas – e ajudar a desvendar o comportamento desse câncer curioso – uma equipe de cientistas sequenciou o genoma do animal e de seus tumores. As descobertas foram publicadas on-line em 27 de junho no Proceedings of the National Academy of Sciences, e mais detalhes sobre o genoma estão disponíveis no The Tasmanian Devil Genome Project.

Não é fácil comparar o genoma do diabo-da-tasmânia com o de outros marsupiais, pois está um pouco distante de seus primos já sequenciados, o gambá e o wallaby, na árvore filogenética.

A equipe sequenciou o genoma completo de dois diabos: Cedric, um macho nascido em cativeiro, cujos pais eram do noroeste, e Spirit, uma fêmea selvagem, do sudeste. Como eram oriundos de dois extremos opostos da gama de diabos-da-tasmânia, os pesquisadores acharam que deveriam exibir uma boa faixa da atual diversidade genética da espécie. Por isso, seria útil ter dois espécimes para uma avaliação comparativa. Dessa forma, os cientistas descobriram que eles compartilham cerca de 47% de sua variabilidade genética; especificamente têm em comum muitos dos chamadospolimorfismos de nucleotídeo único, mutações genéticas, com frequência, utilizadas para avaliar o nível de relação entre os animais. Os pesquisadores enfatizaram que esses dois animais são quase duas vezes mais semelhantes geneticamente que a comparação entre pessoas do Japão e da China. O genoma do animal tem cerca de 300 milhões de pares de base a mais que o do ser humano (3,3 bilhões contra cerca de 3 bilhões, respectivamente), o que poderá ajudar os pesquisadores a descobrir os segredos da rara imunidade a esse câncer. 

Ao contrário da maioria dos outros tipos de câncer conhecidos de seres humanos e de mamíferos, o tumor facial se espalha de um indivíduo a outro por contato físico: uma mordida ou mesmo um toque casual. “Imagine um câncer que se espalhe com um aperto de mão", sugeriu o coautor Stephan Schuster, professor de bioquímica e biologia molecular da Pennsylvania State University acrescentou que um câncer tão fácil de disseminar “erradicaria a nossa espécie muito rapidamente”. 
Spirit tinha cinco tumores – um dos quais foi sequenciado –, que acabou matando-a. Porém, Cedric, mostrou resistência a duas cepas diferentes da doença (embora mais tarde ele tenha sido infectado e morto por uma terceira). 

Cerca de 70% do DNA do núcleo de células cancerosas de Spirit não se alinharam com o próprio, reforçando as observações anteriores de que o câncer é transferido diretamente de um indivíduo diferente. A identificação de mudanças genéticas específicas do câncer (o presente estudo já encontrou 128 variantes de aminoácidos) poderia ajudar a encontrar tratamentos para a doença mortal. 

Enquanto isso, aos interessados em salvar a espécie só resta contar com a reprodução em cativeiro. Porém, um programa de preservação eficaz em cativeiro não é “apenas uma questão de coletar alguns espécimes de forma aleatória”, declarou o coautor do estudo, professor de engenharia, de ciências da computação e de biologia da Penn State, Webb Miller. Usando os perfis genéticos de animais em potencial, os criadores conseguirão reunir uma população com nível conhecido de diversidade genética. “Queremos desenvolver um patrimônio de espécimes diversos e saudáveis que possam combater doenças futuras ou mesmo agentes patogênicos que ainda não evoluíram”, Schuster explica.

As informações genômicas, e os novos perfis genéticos de 87 indivíduos selvagens, ajudaram os pesquisadores a esboçar grupos populacionais distintos na ilha, oferecendo um roteiro para monitorar as populações cativas geneticamente robustas. A coleta deveria vir de sete áreas populacionais da ilha, inclusive nas que a doença já é endêmica. “Pode parecer que seria melhor escolherem apenas os indivíduos geneticamente resistentes ao tumor facial”, Schuster explicou. “No entanto isso iria contra o objetivo de manter a diversidade genética porque, por definição, você estaria selecionando um pequeno subconjunto de patrimônio genético. Em vez disso, nosso modelo sugere uma abordagem mais equilibrada. Não adianta apagar apenas pequeno incêndio.”

Para o diabo-da-tasmânia, a ajuda ainda pode demorar. Pesquisadores estimam que o câncer se espalhará a todas as populações selvagens do animal até 2016, “tornando a extinção iminente uma possibilidade real”.