quarta-feira, 15 de janeiro de 2014


Elo perdido entre peixes e animais terrestres questiona evolução                                                                                                                                                                                                                                           

AFP

Fósseis de um animal de transição entre peixes e animais terrestres com 375 milhões de anos contestam um conceito amplamente aceito da teoria da evolução de que grandes apêndices posteriores que dariam origem às patas teriam aparecido depois que os vertebrados migraram da água para a terra.
Descobertos em 2004, os fósseis bem preservados da pélvis e de parte da nadadeira pélvica do 'Tiktaalik roseae', que parecia um híbrido de crocodilo e peixe, indicam que as patas traseiras na verdade tiveram origem em nadadeiras posteriores, afirmaram cientistas em uma pesquisa publicadana edição online dos Anais da Academia Americana de Ciências (PNAS), com datas de 13 a 17 de janeiro.
"Até então, os paleontólogos pensavam que uma transição havia sido produto de uma locomoção com duas nadadeiras nos peixes, anterior a uma locomoção 'em quatro apêndices' entre os tetrápodes", explicou Neil Shubin, professor de anatomia da Universidade de Chicago, um dos principais autores da descoberta.
Segundo ele, "aparentemente esta transição teria ocorrido antes de tudo nos peixes e não entre os animais terrestres quadrúpedes", como se supunha.
Os primeiros tetrápodes eram, de fato, animais exclusivamente aquáticos, ainda mal diferenciados dos peixes. Seus descendentes atuais são os anfíbios, as aves, os répteis e os mamíferos.
Hoje extinto, o 'Tiktaalik roseae' tinha cabeça achatada como a de um crocodilo e dentes cortantes de um predador. Ele tinha 2,7 metros de comprimento e possuía uma morfologia muito similar à dos peixes, mas a articulação de suas nadadeiras peitorais leva a crer que este animal conseguia sustentar o peso de seu corpo.
O 'Tiktaalik roseae' representa a espécie de transição mais conhecida entre os peixes e os tetrápodes terrestres, segundo os autores desta pesquisa.
"O Tiktaalik era uma combinação de características primitivas e avançadas. Aqui, não só suas características eram distintas, mas elas sugerem uma função avançada. Eles parecem ter usado a nadadeira de uma forma mais sugestiva do modo como um membro é usado", explicou outro autor do estudo, Edward Daeschler, curador associado de Zoologia de Vertebrados na Academia de Ciências Naturais da Universidade de Drexel.
As primeiras análises sobre o animal foram realizadas em fósseis encontrados em 2004 no Ártico canadense, na altura da ilha de Ellesmere.
Sem dúvida alguma, as nadadeiras eram utilizadas como remos para nadar, mas poderiam também servir como patas em algumas ocasiões, explicaram os autores deste estudo.
Os trabalhos também permitiram aos cientistas fazer uma nova simulação, mostrando como o Tiktaalik se parecia e como se deslocava em seu hábitat.

                                                                       




TUBARÃO-COBRA


Tubarão-cobra
  • Nome Científico: Chlamydoselachus anguineus
  • Nome Inglês: Frilled shark
  • Reino:  Animalia
  • Filo: Chordata
  • Classe: Chondrichthyes
  • Ordem: Hexanchiformes
  • Família: Chlamydoselachidae
  • Área de Ocorrência: Encontrada no Atlântico e no Pacífico de forma irregular.
  • Hábito Alimentar: Captura suas presas, dobrando seu corpo para a frente como uma cobra. A longa, mandíbulas extremamente flexíveis habilita-o a engolir a presa inteira de grande porte, enquanto as muitas linhas de pequenas agulhas como dentes impedir a fuga. Ele se alimenta principalmente de cefalópodes, e peixes ósseos e outros tubarões.
  • Dimensões: Chega até 2 metros.
  • Reprodução Animal: Esta espécie é vivípara sem placenta, os embriões saem de suas cápsulas de ovos no interior do útero da mãe, e são sustentadas principalmente por termo a gema . O período de gestação pode ser tão longo quanto três anos e meio, o mais longo de qualquer vertebrado . Entre 2 e 15 filhotes nascem em um momento, não há distinta época de reprodução.
  • Curiosidades: Esta espécie, que se julgava extinta, tem cerca de dois metros de comprimento e habita águas em profundidades que vão desde 600 a 1000 metros. Um exemplar fêmea de Tubarão-cobra foi filmado em 24 de janeiro de 2007 numa raríssima aparição em águas pouco profundas do litoral do Japão, próximo à cidade de Shizuoka. No entanto, o espécime se encontrava em péssimo estado físico e morreu horas após ser coletado. O tubarão-cobra é uma das criaturas mais antigas já encontradas vivas nos dias de hoje. Já foram encontrados fósseis deste animal com cerca de 80 milhões de anos.

PIRATANTÃ

Características � o macho atinge 7,5 cm , enquanto a fêmea 6 cm . Extremamente bonito e elegante com uma das mais belas colorações. O dorso é marrom, os flancos azulados e o ventre amarelo. Todas as escamas têm um bordo escuro. As nadadeiras são amarelas e vermelhas, tendo a dorsal a ponta preta. O macho tem umamancha branca na base da nadadeira dorsal, mais cor preta espalhada pelas nadadeiras dorsal e caudal, que são maiores que as de sua companheira.
Origem � Amazonas 
Habitat � habita o estrato superior das águas com boa vegetação flutuante ou emergente nas margens dos rios.
Hábitos - exímios saltadores
Temperatura ideal � 22° a 29° C
pH � 6,8 a 7,0
Alimentação � omnivoro com preferência por pequenas presas vivas.
Reprodução � desova nas folhas de plantas que se debruçam sobre o rio. Quando chega o momento da desova, o casal pula fora da água, unido pelas nadadeiras, colando-se por alguns segundos às folhas. A fêmea deposita uma massa gelatinosa de ovos, imediatamente fecundados pelo macho. Essa operação se repete dez ou doze vezes, até que aproximadamente uma centena de ovos seja colada, sem nenhum sobreposto ao outro. Se os ovos caírem na água, gorarão. Têm que ser mantidos úmidos, encarregando-se o macho dessa tarefa, aspergindo-os cada quinze ou vinte segundos, dando para isso violentas rabanadas na água. Setenta e duas horas depois nascem os filhotes, que vão caindo na água. 

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Ficha do Musaranho-de-dentes-brancos

Hugo Costa
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O Musaranho-de-dentes-brancos é um pequeno insectívoro solitário, que ocorre em todo o território continental nacional, ocupando habitats naturais, mas também ambientes humanizados, como jardins, zonas cultivadas e mesmo edifícios rurais.


IDENTIFICAÇÃO E CARACTERÍSTICAS
O Musaranho-de-dentes-brancos (Crocidura russula) é um pequeno insectívoro pertencente àFamília Soricidae. É também uma das espécies da Sub-família Crocidurinae, que se distinguem das espécies da Sub-família Soricinae por, ao contrário destas últimas, não possuírem as pontas dos dentes avermelhadas.
Possui focinho pontiagudo, orelhas pequenas e olhos diminutos. Geralmente o seu dorso apresenta uma coloração pardo-acinzentada, por vezes bastante avermelhada. A transição para o ventre, que é cinzento, é bastante suave. No Inverno, esta espécie costuma ser mais escura do que no resto do ano e os juvenis têm o corpo todo cinzento.
O comprimento do corpo e cabeça pode variar entre 5,1 e 8,6 cm e a cauda entre 2,4 e 5,0 cm. O seu peso varia entre 4,7 e 14,0 g.

DISTRIBUIÇÃO E ABUNDÂNCIA
Distribui-se por todo o Paleárctico, incluindo o Norte de África. É considerado o musaranho mais comum da Península Ibérica. Ocorre em todo o território continental nacional, onde é muito abundante e com uma tendência populacional estável.
ESTATUTO DE CONSERVAÇÃO
Em Portugal, esta espécie tem o estatuto de “não ameaçada” (NT) e está incluída no Anexo III da Convenção de Berna (espécie parcialmente protegida, sujeita a regulamentação especial).

FACTORES DE AMEAÇA
É uma espécie abundante e não apresenta, actualmente, problemas de conservação. No entanto, devido à sua relação comensal com o homem, pode ser afectado pelo uso deinsecticidas e outros químicos tóxicos.

HABITAT
É uma espécie generalista, ocupando uma grande variedade de ambientes. Está associada amontados de sobro e azinho, matagal mediterrânico, zonas de pastagem, zonas cultivadas (normalmente nos muros de pedra que rodeiam as propriedades), ecótonos (zonas de transição entre habitats) e, por vezes, a pinhais.
Frequentemente ocupa ambientes humanizados (especialmente durante o Inverno), estando associado a jardins, quintas e edifícios rurais ligados à agricultura ou exploração de gado. Geralmente ocorre abaixo dos 1000 m, mas em certos locais chega aos 2000 m.
ALIMENTAÇÃO
A dieta deste mamífero baseia-se em pequenos invertebrados (insectos, aracnídeos e minhocas) e, ocasionalmente, captura pequenos vertebrados, principalmente lagartos e roedores juvenis. Consome cerca de 48% do seu peso em comida, por dia.

INIMIGOS NATURAIS
É presa habitual das rapinas nocturnas e de carnívoros como a raposa (Vulpes vulpes), ageneta (Genetta genetta) e a doninha (Mustela nivalis).
REPRODUÇÃO
A sua actividade reprodutora ocorre entre Fevereiro e Novembro, mas na metade Sul da Península pode manter-se ao longo de todo o ano. Os machos podem alcançar a maturidade sexual aos 3 meses de idade e as fêmeas podem reproduzir-se no mesmo ano do seu nascimento.
Depois da cópula, macho e fêmea permanecem juntos, participando ambos na construção do ninho e, posteriormente, na criação da sua prole. A gestação dura entre 28 e 33 dias, nascendo normalmente 3 a 4 crias, que são desmamadas aos 20 ou 22 dias. Podem viver até 18 meses no seu estado selvagem.

MOVIMENTOS
Esta é uma espécie preferencialmente noctívaga, mas também pode estar activa durante o dia. Alterna períodos de actividade curtos (até 1 hora), com períodos de descanso (2 horas).
O musaranho-de-dentes-brancos é solitário, ocupando pequenas áreas vitais (75 a 395 m2), que se podem sobrepor. No Inverno estes territórios são ainda mais pequenos e, durante a época de reprodução, são compartilhados por macho e fêmea, que normalmente são muito agressivos para quaisquer intrusos.

CURIOSIDADES
Os indivíduos desta espécie exalam um forte odor (proveniente de glândulas que possuem nos flancos) e é provável que, por este motivo, determinados predadores evitem comê-los devido ao seu sabor desagradável.
A partir do 7º dia as crias já são capazes de se deslocar umas atrás das outras.
LOCAIS FAVORÁVEIS DE OBSERVAÇÃO
Devido ao seu reduzido tamanho e aos seus hábitos nocturnos, é bastante difícil de observar. Os indícios de presença são uma forma de detecção da sua ocorrência. As suas pegadas, de reduzidas dimensões (cerca de 0,5 cm de comprimento), são constituídas por cinco dedos e unhas bem marcadas. Por vezes é também possível detectar o rasto deixado pela cauda. Os dejectos são muito pequenos e encontram-se dispersos pelo seu território

Quando eu era criança, eu vivia tentando pegar peixes com as mãos. Quem já tentou sabe: peixes conseguem fugir tão rápido de quem quer capturá-los que parecem até prever o que vai acontecer.
A agilidade dos peixes, na verdade, tem um segredo bem conhecido: a chamada resposta C-start. Quando o peixe sente uma vibração ou vê algo se proximando de um lado de seu corpo, ele contrai rapidamente os músculos do lado oposto do corpo, fazendo um C, e sai nadando rapidamente após endireitar-se (veja vídeo aqui). Esta resposta é extremamente rápida, demorando cerca de 5 a 6 milisegundos para começar, e ainda garante que o peixe vai fugir para longe do predador.
C-start.jpg
Se eu não era nenhum pequeno ninja, a ponto de pegar um peixe saudável com as mãos (só houve um episódio trágico com um peixe moribundo), as cobras-de-tentáculos (Erpeton tentaculatum) dão um show de pescaria. Ela geralmente espera suas presas com a cabeça encurvada, formando um J, e fica imóvel nesta posição até um peixe se aproximar, quando ela o ataca rapidamente. Todo este movimento demora de 15 a 20 milisegundos para acontecer, o que seria tempo o bastante para o peixe escapar. Curiosamente, esta cobra consegue capturar uma porcentagem altíssima de peixes.
tentacle_snake.jpg
O segredo da cobra-ninja, caro gafanhoto, só pôde ser desvendado recentemente com a utiização de câmeras de muitos quadors por segundo: a cobra engana o peixe e não o ataca onde ele está, mas sim onde ele vai estar. Por exemplo, quando o peixe se encontra na parte côncava de seu J e paralelo à cabeça da cobra - como na figura abaixo - ela movimenta levemente o seu corpo (números 1 a 3), o suficiente para o peixe perceber e fugir para o lado oposto (4 e 5), que é exatamente onde está posicionada a boca da cobra (6). Ou seja: a cobra faz com que o peixe praticamente nade para o dentro de seu estômago!
tentacle_snake01.jpg
Se o peixe está posicionado perpendicularmente à cobra, o processo é um pouco mais trabalhoso: a cabeça da cobra se movimenta para onde o peixe vai estar. De qualquer forma, está explicada a estratégia de ficar em forma de J: é um jeito de se aproveitar de um mecanismo automático do peixe que é altamente adaptativo e esteriotipado.
tentacle_snake02.jpg
No vídeo abaixo podemos observar três casos no qual o peixe está paralela à cabeça da cobra e três casos no qual ele está perpendicular. A cobra consegue pegar o peixe 80% das tentativas. Nas 20% restantes, o mecanismo C-start não é iniciado e a cobra erra totalmente a mira (veja ovídeo aqui).

Este é um exemplo inetressantíssimo de como um comportamento esteriotipado abre brechas para ser explorado. Para sorte dos peixes, não parecem ser muitos os predadores que usam esta estratégia.
Referências
Eric D. Tytell and George V. Lauder (2002). The C-start escape response of Polypterus senegalus: bilateral muscle activity and variation during stage 1 and 2 The Journal of Experimental Biology, 205, 2591-2603
Catania, K. (2009). Tentacled snakes turn C-starts to their advantage and predict future prey behavior Proceedings of the National Academy of Sciences DOI: 10.1073/pnas.0905183106
Imagens: J Exp Biol (C-shape),Ryan Somma (foto da cobra, FLICKR) e PNAS (esquemas da cobra e peixes).

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O termo girafa (do israel e do libano zarafat - demon-horse-thing ) se refere à Giraffidae, família fudida porque para conseguirem ter filhos têm que fuder de animais esquecidos por detestar DEUS. É caracterizada por um pescoço absurdamente grande, duas (ou quatro) anteninhas idiotas, uma língua azul inútil de 40 cm de comprimento, e manchas ridículas por todo o corpo. Ou seja, estes infelizes animais não podem nem se isolar dasociedade, devido a seus 35m de altura e suas manchas de extremo mau gosto.
A dieta das girafas é algo muito variado. Consiste apenas em folhas de acácias, de todos os tamanhos. Por estar classificada como ruminante, as espinhosas folhas das acácias têm percorrer seu pescoço ridículo no mínimo dezessete vezes por minuto, o que lhe causa uma hemorragiainterna sempre que engole. Devido ao baixo valor nutritivo dessas folhas, a girafa deve passar pelo menos 26 horas diárias comendo. Durante seus longos e penosos anos de vida, vive à beira da morte por subnutrição, e caga sangue.
O seu pescoço, mesmo sendo o maior encontrado em animais e vegetais, não é suficientemente flexível. Por seu cérebro estar muito distante do coração, sempre que a girafa move seu pescoço, ela sofre um leve desmaio, que, se for muito brusco, pode levar à morte cerebral(o que não fará diferença alguma em sua vida). A girafa não possui predadores, já que a sua bizarra aparência é algo intimidadora e suas anteninhas emitem raios alfa que causam radiação e transmitem seus retardamentos.
A girafa arregaçada em seu difícil processo vital de beber água suja.

Um frequente dilema das girafas é a hidratação. Para beber água elas devem arregaçar suas lindas pernas dianteiras em 190º, e as traseiras têm que esparramar-se cuidadosamente para trás, para que possa projetar seu pescoço lentamente para frente sem cair no chão (o que para uma girafa significa a tão esperada morte). Se o pescoço é projetado além da beira oposta do rio, o processo deve se repetir, até a girafa conseguir contato direto com a água ou morrer de sede.

Elas não podem se dar ao luxo de dormir, já que se se deitam no chão não voltam a ficar em pé, ocasionando em sua morte. Logo, elas passam sua "vida" inteira acordadas, apenas tirando pequenos cochilos de 5 minutos diários com um olho apagado fechado e outro aceso aberto

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Urso-polar         


Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Família: Ursidae
Género: Ursus
Espécie: U. maritimus

Outros nomes: 
Urso-branco
Polar bear (Inglês)
Ours blanc (Francês)
Ours polaire (Francês)
Oso polar (Castelhano)
Oso blanco (Castelhano)

Distribuição 
Os ursos-polares habitam as regiões do circulo polar ártico e territórios envolventes, nomeadamente Canadá, Alasca, Sibéria, Gronelândia e ilhas próximas, como Svalbard (Noruega) e Wrangel (Rússia).
Com o degelo das calotes polares, muitos ursos têm sido encontrado afogados longe dos seus territórios naturais, vítimas do deslocamento de imensas massas de gelo que se separam com os animais em cima e que acabam por derreter, deixando os ursos muito longe de algum local firme e levando a que, apesar de serem excelentes nadadores, acabem por morrer.

Alimentação 
A base da dieta dos ursos-polares são as focas, independentemente da espécie, já que fornecem muito alimento e muita gordura, extremamente necessária para estes animais. No entanto, qualquer outro animal que se cruze com um urso-polar pode ser uma refeição, sejam aves ou os seus ovos, mamíferos terrestres locais, peixes ou carcaças de baleia que ocasionalmente encontre enquanto vagueia.

Estado de conservação 
Esta espécie está classificada pela IUCN como vulnerável, o que se deve a vários factores: a caça, que devastou grande parte dos animais desta espécie, a baixa taxa de natalidade registada na espécie e, finalmente, o aquecimento global, que pode acabar o serviço que os homens começaram. Estima-se que antes do ano 2100 possa já não haver ursos-polares a viver em liberdade.

Gestação e maturidade sexual
As fêmeas dos ursos-polares atingem a maturidade sexual após completarem os 4 anos, o que só acontece com os machos entre os 5 e os 6 anos.
A gestação deste animais dura em média 230 dias, podendo variar entre 195 e 265 dias, findos os quais podem nascer entre uma e quatro crias, mas normalmente duas. 
As crias vivem acompanhadas das mães até cerca dos 24 meses, altura em que se tornam independentes. Em média, durante a sua vida uma mãe ursa desta espécie pode gerar crias 5 vezes.

Tamanho 
Os ursos-polares são o maior carnívoro terrestre da actualidade. Os machos podem atingir os 2,5 metros e pesar 800 quilos, enquanto que as fêmeas rondam os 1,8 metros e pesam cerca de 500 quilos.

Longevidade 
Os ursos-polares a viver em liberdade têm uma esperança de vida média de 30 anos, em cativeiro umpouco mais. Há registo de um urso polar que passou os 40 anos em cativeiro, mas é o recorde conhecido.